02/abr/2026

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Atualmente, as próteses odontológicas representam sistemas inteligentes, servindo para a reparação de dentes danificados ou perdidos ao longo da vida. Porém, após a sua instalação, certos cuidados são necessários para a garantia do pleno funcionamento e da durabilidade desta prótese.

Neste artigo, você vai entender quais são os cuidados necessários para uma boa manutenção da prótese dentária.

Entenda o que é a prótese dentária

Uma prótese odontológica serve para repor um ou mais dentes ausentes de uma arcada. Seu objetivo principal é o restabelecimento de questões funcionais como a mastigação, além da melhora da estética facial, que impacta diretamente na autoestima do paciente.

Atualmente, existem dois tipos de próteses odontológicas: a prótese dentária fixa (que pode ser sobre dentes ou sobre implantes dentários) e a prótese dentária removível. As próteses odontológicas fixas são as mais utilizadas na atualidade e possuem o objetivo de reproduzir a dentição natural do indivíduo, com excelência na estética e na funcionalidade.

Já as próteses removíveis encontram-se praticamente em desuso. Entre elas, se destaca a famosa “dentadura” e as próteses parciais removíveis.

Cuidados com a prótese odontológica contribuem para melhor utilização da estrutura

Todas os tipos de próteses odontológicas necessitam de cuidados básicos para um melhor funcionamento. Por mais que possuam uma grande durabilidade, as próteses odontológicas não são eternas. Por isso, precisam de manutenção periódicas.

Certos cuidados podem aumentar o tempo de vida útil das estruturas e diminuir o surgimento de possíveis problemas.

3 cuidados indispensáveis com a prótese odontológica

A manutenção das próteses não tem influência somente na boa conservação da estrutura, mas também na saúde bucal em geral. Confira as dicas abaixo e aplique-as em sua rotina de cuidados:

Higienização: independentemente do tipo de prótese que você possui, a higienização é fundamental. As próteses fixas devem ser escovadas como se fossem dentes naturais. Após as refeições, escove a prótese com uma escova de cerdas macias e faça o uso do fio dental. Também é indicado uso de um enxaguante bucal para auxiliar a higiene oral. Se você possui uma prótese removível, faça a higienização da mesma retirando-a da boca. O seu cirurgião dentista vai lhe passar as corretas orientações para cada tipo de prótese.

Armazenamento: se você utiliza uma prótese odontológica removível, é importante manter alguns cuidados com o armazenamento. Antes de dormir e após realizar a limpeza, a prótese odontológica deve ser colocada em um recipiente com água ou solução própria para próteses. Além disso, tenha cuidado para não derrubar a prótese no chão e danificar a sua estrutura.

Visita ao especialista: próteses dentárias devem receber os mesmos cuidados que os dentes naturais. Por isso, a visita regular ao dentista se faz necessária para pacientes que possuam prótese odontológica fixa ou removível. O acompanhamento de um especialista é essencial para garantir que a saúde bucal do paciente permaneça em ordem.

 


02/abr/2026

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Os implantes dentários representam uma excelente solução para a reposição dos dentes que se perderam ao longo da vida, corrigindo problemas de estética, mastigação e oratória. Uma dúvida recorrente de pacientes que desejam realizar o procedimento é o tempo necessário para colocação da prótese definitiva após a instalação do implante dentário.

Antes da colocação da prótese fixa, algumas etapas são essenciais para o pleno funcionamento. Em alguns casos, são necessárias entre três semanas e seis meses para que o implante cicatrize e as próteses definitivas sejam colocadas, devido ao processo denominado osseointegração.

No entanto, para alguns pacientes, a odontologia moderna já viabiliza a colocação da prótese imediatamente após a colocação dos implantes dentários, por meio de uma técnica denominadacarga imediata. Com ela, o paciente sai do consultório com um sorriso funcional e esteticamente belo no mesmo dia da colocação dos implantes.

O tratamento de implantes dentários com carga imediata consiste em coroas ou próteses provisórias, que se fixam ao parafuso de titânio logo após sua inserção no osso. Assim, o paciente já sai da primeira etapa do tratamento com um lindo sorriso. Posteriormente, então, as próteses provisórias são substituídas pelas definitivas.

A grande vantagem do procedimento é a agilidade em proporcionar uma solução ao paciente, melhorando sua autoestima.

As três etapas para colocação do implante dentário

Para que haja o pleno funcionamento do implante dentário, alguns processos são necessários. De modo geral, a instalação do implante odontológico se divide em três etapas.

A primeira etapa ocorre cirurgicamente, com a instalação dos implantes que substituem as raízes naturais dos dentes. A colocação de um implante dentário costuma ser concluída em torno de 30 minutos, em consultório com anestesia local.

Com uma pequena incisão na gengiva, o leito ósseo é exposto. Assim, pequenas brocas realizem a perfuração do osso. A primeira etapa visa o expandimento progressivo da cavidade, para que possa receber o implante do tamanho selecionado pelo dentista.

O implante dentário é então inserido na cavidade e recebe uma tampa de proteção. Por fim, é realizada uma sutura na região.

Para os pacientes que eventualmente não possam receber a carga imediata, a segunda etapa ocorre de três semanas a seis meses após a primeira fase, com o objetivo de reabrir caminho para que possamos iniciar a etapa protética e os implantes possam, em breve, receber as próteses dentárias definitivas.

A terceira fase é uma das mais esperadas pelos pacientes, pois é onde ocorre a instalação das próteses definitivas. Assim que a gengiva se recupera totalmente dos processos citados anteriormente, as próteses são confeccionadas e colocadas nos implantes dentários dos pacientes. Geralmente, as próteses levam de duas a três sessões para serem concluídas.

Implante odontológico, uma solução moderna e eficaz

Atualmente, os implantes odontológicos representam a mais moderna solução para aqueles dentes que foram perdidos ou deteriorados ao longo da vida. Através de um procedimento simples e indolor, excelentes resultados são obtidos.

Além da estética, o implante dentário proporciona o restabelecimento da mastigação e o realinhamento da arcada. Assim, problemas graves são evitados e uma melhor qualidade

e de vida é proporcionada ao paciente.


02/abr/2026

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Está com medo de comer alguns alimentos após fazer o implante dentário? O especialista tira dúvidas sobre o assunto

Implante dentário: você com certeza já ouviu falar sobre eles. Também já deve ter ouvido que o procedimento é algo inevitável. Isso é mito! É possível, sim, envelhecer, com uma boa saúde bucal e sem a necessidade deste procedimento. Entretanto, de fato, ele é ideal para a reposição de um ou mais dentes na cavidade oral que, por algum motivo, foram perdidos. Outro grande mito sobre o assunto é que o paciente terá que abrir mão de certos alimentos na sua alimentação diária.

O QUE É O IMPLANTE DENTÁRIO?

“É uma espécie de parafuso confeccionado em titânio em um elevado grau de pureza, totalmente compatível com nosso organismo,” define o dentista. O implante dentário é introduzido no osso alveolar (circunda a raiz do dente). Assim, ele exerce uma função semelhante à raiz dental e possibilita a colocação das coroas protéticas, sendo um suporte estável para eles. A colocação de implantes exige gengivas saudáveis e ossos adequados para segurá-los. Além disso, é muito importante manter uma higiene bucal eficaz e idas regulares ao consultório do dentista para que os implantes dentários tenham efeito positivo a longo prazo.

APÓS O IMPLANTE DENTÁRIO, É POSSÍVEL COMER DE TUDO?

Ouve-se muitos comentários, e já faz parte do senso comum, que existem alimentos que você precisará evitar caso faça um implante dentário. No entanto, não é assim que acontece realmente. “Após a instalação dos implantes deve-se aguardar o período de cicatrização e ósseo-integração do mesmo para que o paciente volte a ter uma mastigação completa em todos os âmbitos”, explica o profissional. Durante esse período é preciso evitar alimentos que executem grande impacto no local e de consistência mais dura, como carnes vermelhas, milho e maçã. Quando a recuperação e a cicatrização estiverem completas, o paciente poderá voltar à sua alimentação normal.

PARA QUAIS CASOS O IMPLANTE DENTÁRIO É INDICADO?

A opção de um implante dentário pode ser indicado para diversos tipos de reabilitações, unitárias ou totais. São uma maneira eficaz para fixar os dentes substitutos quando não há mais o dente natural. Eles são colocados devido uma questão estética e ajuste da função mastigatória. O implante permite que não ocorra a sobrecarga de alguns dentes ou em alguma região da boca, para que não haja um desgaste ainda maior do dentes próximos. “Alguns casos envolvem a reconstrução óssea de áreas edentadas previamente ou até mesmo concomitantes à instalação dos implantes dentários.”


02/abr/2026

Você perdeu um dente e teve que colocar um implante no lugar… Mas agora descobriu que precisa iniciar um tratamento ortodôntico. Será que isso é possível?

Quando um dente é perdido e um implante é colocado no seu lugar, muitas perguntas passam pela cabeça dessa pessoa. Vou precisar mudar meus hábitos alimentares? Quais cuidados precisam ser tomados? Como deve ser feita a higiene bucal? Além dessas dúvidas, outra questão pode deixar a situação ainda mais complicada. E se além do implante, for necessário usar aparelho ortodôntico?

IMPLANTE DENTÁRIO: UMA OPÇÃO PARA SUBSTITUIR DENTES AUSENTES

Existem diversos motivos que podem levar à perda dentária. Traumas causados por acidentes, cáries não tratadas, problemas gengivais que evoluíram… Muitas situações podem levar a esse problema. Ninguém quer perder um dente, mas isso não quer dizer que não existam ótimas formas de corrigir essa falta. O implante dentário é uma das opções nesses casos. Ele é um procedimento utilizado para substituir um ou vários dentes perdidos ou ausentes. “De uma maneira simples, é um parafuso de titânio fixado ao osso, onde uma coroa de um dente é conectado neste parafuso, após sua integração com o osso”, explica o profissional.

É POSSÍVEL USAR APARELHO TENDO IMPLANTE DENTÁRIO?

O tratamento ortodôntico pode ser realizado em pacientes com implantes dentários. “O detalhe importante é que o implante não se movimenta, ou seja, uma vez instalado não será mais possível alterar ou modificar sua posição”, alerta ele. Isso precisará ser levado em conta para que seja possível o sucesso desse processo e sejam alcançados os resultados desejados.

No entanto, existe sim uma situação em que o implante pode trazer prejuízos para o sorriso de quem precisa colocar aparelho. Mas o ortodontista afirma que isso ocorre apenas se o implante estiver em um local inadequado. “Como ele não se move, pode estar colocado em algum local que possa atrapalhar o bom posicionamento dos dentes”, esclarece. Por outro lado, o implante também pode ser um forte aliado do aparelho dentário, contribuindo para a evolução do tratamento. “Ele pode servir de apoio para puxar os outros dentes, já que não se movimenta”, diz ele.

COMUNICAÇÃO ENTRE PROFISSIONAIS É ESSENCIAL

Para que a segunda situação seja possível, ou seja, sejam alcançados os melhores resultados e o implante não traga nenhum prejuízo, é preciso que ocorra uma boa conversa entre os profissionais responsáveis pelos dois procedimentos. “Uma comunicação e um estudo do planejamento do tratamento do paciente entre o implantodontista e o ortodontista é fundamental”, alerta ele. Dessa forma, o implante poderá ser colocado no local exato para que se conquiste um sorriso perfeito ao final de todo o tratamento!

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02/abr/2026

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Implantes dentários são suportes ou estruturas de metal (normalmente de titânio) posicionadas cirurgicamente no osso maxilar abaixo da gengiva para substituir as raízes dentárias. Uma vez colocados, permitem ao dentista montar dentes substitutos sobre eles.

Como funcionam os implantes dentários?

Por serem integrados ao osso, os implantes oferecem um suporte estável para os dentes artificiais. Próteses parciais e totais montadas sobre implantes não escorregarão nem mudarão de posição na boca, um grande benefício durante a alimentação e fala. Esta modalidade de prótese é chamada “protese sobre implante” e confere ao paciente mais segurança em todas as funções bucais proporcionando uma situação mais natural do que pontes ou dentaduras convencionais.

Para algumas pessoas, as próteses e dentaduras comuns são simplesmente desconfortáveis ou até inviáveis, devido a pontos doloridos ou falta de adaptação a estes aparelhos. Além disso, as pontes comuns devem ser ligadas aos dentes em ambos os lados do espaço deixado pelo dente ausente. Com a colocação de implantes não é necessário preparar ou desgastar um dente natural para apoiar os novos dentes substitutos no lugar como é feito em pontes fixas convencionais.

Para receber um implante, é preciso que você tenha gengivas saudáveis e ossos adequados para sustentá-lo. Você também deve comprometer-se a manter estas estruturas saudáveis. Uma higiene bucal meticulosa e visitas regulares ao dentista são essenciais para o sucesso a longo prazo de seus implantes.

Os implantes são, em geral, mais caros que outros métodos de substituição de dentes e a maioria dos convênios não cobre seus custos.

O tipo de implante mais recomendado na atualidade é o ósseo integrado que se mostrou uma revolução no tratamento de pacientes parcial ou totalmente desdentados.

Implantes ósseo integrado: — são implantados por meio cirúrgico diretamente no osso maxilar. O período da osseointegração (integração ao osso) leva em média 4 a 6 meses dependendo da região a receber o implante. Após este período, uma segunda cirurgia é necessária para ligar o implante ao meio bucal, nesta fase o cirurgião dentista remove a gengiva que está recobrindo o implante e finalmente, um dente artificial (ou dentes) é conectado ao implante, individualmente, ou agrupado em uma prótese que pode ser de dois tipos:

Prótese Protocolo: — Prótese total implantosuportada e implantoretida, fixada sobre 4 a 8 implantes em média, este tipo de prótese é parafusada e retirada apenas pelo seu dentista, é uma prótese que confere boa estética e é uma ótima opção para quem pretende fugir da dentadura, o único incoveniente é que este tipo de prótese é mais difícil de ser higienizada pois todos os detes são conectados entre si, exigindo bastante cuidado do paciente. Pode ser feita em resina ou porcelana.

Prótese Overdenture: — Prótese total removível sobre implante, este tipo de prótese é mais barata que a prótese protocolo porque exige menos implantes (2 a 6 em média) e é confeccionada em resina. Esta prótese é como uma dentadura, porém, tem um encaixe em uma barra que conecta os implantes à prótese, conferindo a esta mais estabilidade e retenção. Esta prótese pode ser retirada pelo paciente e por isto a sua higienização é facilitada.


02/abr/2026

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Pois é, a decisão de fazer um implante dentário é um momento muito estudado e esperado pelo paciente.

Poder mastigar novamente com a presença de todos os dentes na boca ou sem o uso de dentaduras é o sonho de muitas pessoas. O implante dental pode ser indicado para repor a perda de todos os dentes, de alguns ou de apenas um dente.

A perda de dentes pode levar a problemas estéticos, de mordida (função) e ósseos (perda óssea), portanto é fundamental uma rápida reposição do dente perdido. Com os implantes dentários, são feitas desde reabilitações unitárias até grandes reabilitações totais fixas ou removíveis.

Com a colocação de implantes dentários não é necessário preparar ou desgastar um dente natural para apoiar os novos dentes substitutos no lugar, como é feito em pontes fixas convencionais.

Mas o que é implante dentário?

O implante dentário é um cilindro (pino) de titânio colocado dentro do osso maxilar ou mandibular, abaixo da gengiva e que têm a função de exercer o mesmo papel da raiz do dente. Uma vez colocados os implantes dentários, o dentista pode dar sequência á colocação de dentes substitutos sobre eles.

E como funcionam os implantes dentários?

Por serem integrados ao osso (processo de ósseo integração), os implantes dentários oferecem um suporte estável para os dentes artificiais (próteses).

Próteses parciais e totais montadas sobre implantes dentários não escorregarão nem mudarão de posição na boca, gerando um grande benefício durante a alimentação e fala, funções fundamentais para nosso dia a dia. Essa modalidade de prótese dentária é chamada de prótese sobre implantes e confere ao paciente mais segurança em todas as funções bucais do que pontes ou dentaduras convencionais.

O que é carga imediata ou função imediata?

A carga imediata sobre implantes dentários ou função imediata é possível de ser executada quando a qualidade e quantidade óssea são suficientes para a estabilização e travamento do implante dentário. Isso permite a imediata instalação de um dente provisório funcional sobre o implante. Após o tempo de ósseo integração se completar será confeccionada a prótese dentária definitiva de porcelana.

O que é Protocolo/dentadura fixa?

Também conhecida por Protocolo Bränemark, é uma prótese dentária de todos os dentes fixada sobre um mínimo de 4 implantes dentários. Recuperando estética e função maravilhosamente bem, é uma excelente escolha para os pacientes que desejam se livrar das dentaduras.

Esse tipo de prótese dentária pode ser confeccionada em acrílico ou porcelana e o paciente tem seu poder de mastigação recuperado em 85%, muito superior aos 20% com as dentaduras tradicionais.

Quais as indicações e contraindicações dos implantes dentários?

Os implantes dentários são indicados para substituir um ou mais dentes perdidos através da reabilitação com próteses dentárias parafusadas ou cimentadas sobre os implantes. Não existe contraindicação absoluta para o tratamento com implantes dentários, porém, existem alguns fatores de risco que podem diminuir os índices de sucesso com a referida terapia, tais como: tabagismo, diabetes e doença periodontal (gengival).

Quais são os benefícios dos implantes dentários?

Dentre os benefícios dos implantes dentários, vale destacar:

Qualidade de vida

As funções essenciais tais como a mastigação são recuperadas com os implantes dentários. É possível mastigar e saborear os alimentos que mais deseja sem qualquer constrangimento. Consegue falar com naturalidade sem a dificuldade que causam as dentaduras.

A estética fica favorecida e a pessoa adquire uma aparência rejuvenescida porque a face fica mais preenchida.

Versatilidade dos implantes

Os protocolos em implantodontia são muito variados e abrangentes. Permitem restituir dentes a desdentados totais ou simplesmente preencher a falta de apenas um ou dois dentes. Podem-se fazer pontes em metal cerâmica, cerâmica pura, zircónia ou próteses hibrida mais econômicas e fixas.

É possível recriar gengiva artificial para preencher defeitos estéticos. Os implantes são versáteis e adaptam-se a diversas situações e aos casos em particular, a pessoa fica surpreendida com tudo aquilo que consegue fazer.

Sensibilidade

Ao usar implantes dentários consegue-se manter a sensibilidade e o sabor dos alimentos ao contrário das próteses removíveis que, por terem palato, dificultam sentir o sabor da comida.

Não danificam outros dentes

Com os implantes dentários não é necessário desgastar dentes saudáveis como acontece com as pontes sobre dentes. As coroas sobre dentes são uma excelente alternativa para melhorar a estética ou preencher espaços vazios.

Porém precisam de desgaste nos pilares protéticos. Esse desgaste acaba por danificar o dente e aumentar a sua sensibilidade. Com a implantodontia os dentes adjacentes ficam intactos e esta é uma enorme vantagem.

Osso saudável

Quando se inserem na gengiva, os implantes dentários ajudam a preservar o osso alveolar. Quando se perdem dentes a estrutura óssea dos maxilares tende a atrofiar. Com os implantes dentários inseridos no osso, este mantém as suas características, evitando assim a reabsorção óssea e os problemas daí derivados.

Melhor funcionamento do organismo

O sistema digestivo da pessoa fica beneficiado porque os alimentos são corretamente triturados. Não ter dentes significa não mastigar os alimentos e isso origina problemas gastrointestinais assim como problemas digestivos. Com os dentes sobre implantes dentários o organismo funciona melhor e com mais saúde.


02/abr/2026

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SÃO PAULO/SP: Alguns tipos de cerdas presentes nas escovas de dentes podem levar ao desgaste precoce do esmalte dos dentes. Para evitar este problema, a qualidade e a quantidade das cerdas devem ser fatores decisivos na hora de escolher uma escova para levar para casa.

Pouco se fala sobre a importância do tipo de cerdas na hora da escovação. Cerdas de má qualidade podem acabar desgastando o esmalte de seus dentes e prejudicando a saúde de sua gengiva. “Não adianta escovar os dentes com uma escova ruim e ter, com o passar do tempo, retração gengival e sensibilidade dental. A sensibilidade afeta 25% dos indivíduos em todo mundo, são milhões de pessoas com hipersensibilidade dentinária provocada pela utilização de uma escova errada”, afirma Hugo Lewgoy, cirurgião-dentista e doutor pela USP.

Segundo Lewgoy, a grande maioria das escovas no mercado são feitas com cerdas de nylon. O problema é que, com o passar do tempo e dependendo da carga da escovação, o nylon pode acabar desgastando o esmalte do dente e provocando recessão gengival. Além disso, a resistência que as escovas oferecem também pode afetar a saúde oral. Cerdas médias ou duras, quando usadas a longo prazo, aumentam ainda mais a abrasão do esmalte e a retração gengival.

Outro fator que deve ser observado é a quantidade de cerdas. Pelo fato das cerdas ideais serem as mais macias, é necessário aumentar a sua quantidade para que a efetividade seja a mesma. Quanto mais cerdas, melhor a limpeza sem desgastar o esmalte dental ou machucar as gengivas.  “É fundamental escolher uma escova dental de boa qualidade. A escova ideal deve ter cerdas planas e ultramacias, pontas arredondadas e uma grande quantidade de cerdas, preferencialmente acima de cinco mil”, afirma o cirurgião-dentista.

Pensando em como melhorar a escovação e os problemas das cerdas comuns, a Curaprox conta com escovas ideais para a melhor escovação sem prejudicar a saúde bucal. As escovas da Curaprox são ultramacias e feitas de Curen, evitando assim agredir a cavidade oral. “O Curen é um tipo de fibra mais fina e macia capaz de desorganizar totalmente a placa bacteriana sem causar injúrias ou traumatismos que provocam retrações gengivais e o desgaste do esmalte dental no longo prazo”, explica o especialista.

Um dos modelos de escova recomendados pelo doutor é a CS 5460 Ultra Soft. A escova conta com 5460 cerdas ultramacias feitas de Curen. As cerdas de apenas 0,10 milímetros de espessura conseguem atingir locais inacessíveis às escovas comuns, sendo mais eficiente sem machucar. Este modelo é indicado para maiores de 15 anos, mas a Curaprox conta com outros modelos ideais para cada caso.

Fonte: Assessoria de imprensa Curaden Swiss do Brasil Imp. Exp. Ltda.


02/abr/2026

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MELBOURNE, Austrália/ESTOCOLMO, Suécia: Para adultos mais velhos, hipofunção da glândula salivar pode ser um efeito colateral de medicamentos prescritos. A condição pode levar à cárie dentária, disgeusia, machucado na mucosa oral, e candidíase oral, entre outros. Em uma revisão sistemática e meta-análise, os pesquisadores têm procurado saber mais sobre a conexão entre medicamentos e boca seca em adultos mais velhos. Eles descobriram que o uso de medicamentos foi significativamente associado com hipofunção da glândula salivar e xerostomia em adultos mais velhos.
Até o momento, poucos estudos têm investigado a gravidade da medicação-induzida a boca seca e as sequelas associadas. Pesquisador pós doutorado, Dr. Edwin Tan da Monash University, na Austrália, trabalhou em estreita colaboração com pesquisadores da Karlstad University e do Academic Center for Geriatric Dentistry, ambos na Suécia, para títulos e resumos em um total de 1.544 estudos investigando o uso de medicamentos como uma exposição e xerostomia ou hipofunção da glândula salivar como desfechos adversos a medicamentos. No final, 52 foram considerados elegíveis para inclusão na revisão final e 26 na meta-análise.
 
Nos estudos de intervenção incluídos, medicamentos urológicos, anti-depressivos e psicholepticos foram significativamente associados com a boca seca em adultos com mais de 60 anos de idade. Nos estudos observacionais, o número de medicamentos e as várias classes de medicamentos foram significativamente associados com hipofunção da glândula salivar e xerostomia. Medicamentos usados para tratar incontinência urinária tiveram quase seis vezes mais probabilidade de causar boca seca do que um placebo.
 
Os cientistas recomendaram que a investigação futura desenvolva um escore de risco para a xerostomia induzida por medicação para ajudar com a prescrição e gestão de medicação. Eles também sugeriram que os prestadores de cuidados de saúde devem acompanhar regularmente e rever todos os medicamentos para identificar possíveis efeitos colaterais e para ajustar as doses de medicamentos ou alterar quando necessário.
 
O estudo, intitulado “Medicamentos que causam boca seca como um efeito adverso em idosos: Uma revisão sistemática e meta-análise”, foi publicado on-line antes da impressão em 26 de outubro de 2017 no Journal of the American Geriatrics Society.


02/abr/2026

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As inovações no mercado odontológico são bem-vindas, no entanto o que nós assistimos hoje são verdadeiras evoluções, que mudam todo o conceito de saúde e estética ao redor do mundo. Este é o resultado da parceria ciência e tecnologia, incluindo através de novos conceitos e muita pesquisa novos materiais e novas alterativas.

Será que estamos preparados para distinguir tudo isso? Eu respondo, claro que sim. Ao desviar nosso olhar para as novidades, que não precisam ser inventadas, podem simplesmente ter novas indicações, muitas possibilidades surgem. É o caso da toxina botulínica tão comum para a medicina, agora na odontologia tem lugar garantido e merece destaque. Pensamos logo em estética, eliminar ruguinhas, ficar com a aparência suave e porque não? O dentista que não perceber que a saúde e a estética tem a mesma proporção para o paciente, precisa observar a sociedade competitiva que vivemos.

A toxina botulínica é um importante coadjuvante no tratamento das dores faciais, bruxismo e apertamento dentário, tão inconvenientes ao paciente quanto para o profissional que perde a faceta ou a coroa tão bem preparada para uma mordida com força incontrolada. Intervir nas dores e danos da DTM através de uma aplicação rápida e praticamente indolor da toxina a cada semestre, sem depender de placas e ter a musculatura equilibrada 24 horas, é uma solução muito interessante.

Sorriso gengival é estética? Deixaria o periodontista dizer, mas qualquer profissional conhece as doenças periodontais nos dentes anteriores causadas pela exposição gengival constante, e o tratamento é realizado em pontos específicos com uma quantidade tão pequena de toxina que nos faz pensar onde estava este biomaterial que não chegou antes. O reconhecimento do paciente é evidente e não precisamos nos preocupar muito com o marketing, é o próprio trabalho que refletirá através do “novo” sorriso a dedicação, o conhecimento e excelência do profissional.

O custo de alguns biomateriais são realmente alto, mas cabe a nós profissionais mostrar aos pacientes os benefícios reais e o que tem atrás daquela gota ou do pequeno mini-implante explicando suas vantagens.

Este dispositivo tão pequeno irá substituir muitas vezes o extraoral que deveria ser utilizado 16 horas. E a tranquilidade de ter em nossas mãos o controle do tratamento? Nos mini-implantes a tecnologia é evidente. O titânio recebe o alumínio e o vanádio para ter uma liga mais resistente permitindo a inserção destes pequenos dispositivos em espaços reduzidos de forma rápida e simples com uma anestesia local. Verticalizar ou distalizar um molar inferior antes era impossível e com o atendimento multidisciplinar instalar um implante onde antes seria uma ponte fixa por falta de espaço, assim ganhamos todos: pacientes e profissionais. O design deste que parece um parafuso é tão elaborado, que suas roscas, cabeça, conicidade são exemplos de tecnologia eficiente e eficaz.

Os biomateriais são muitos e o profissional necessita de discernir qual indicar e ter o domínio de como utilizar. Não há crescimento sem dedicação, informação e conhecimento; contudo a saúde e o sorriso de nosso paciente nos norteiam por esse caminho.


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02/abr/2026

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O número de pacientes adultos na clínica ortodôntica tem aumentado significativamente nos últimos anos, representando hoje 20% do atendimento desta especialidade. Mediante este cenário, o ortodontista deve estar consciente da importância do diagnóstico e abordagem terapêutica fornecida a estes pacientes. O conhecimento das características de normalidade e anormalidade do periodonto, antes de se iniciar o tratamento, é de extrema importância na determinação do risco do paciente em desenvolver problemas periodontais futuros quando da movimentação dentária induzida.

A classificação das diferentes condições de inserção óssea alveolar sugerida pelos autores tem o fim precípuo de auxiliar o profissional, durante o diagnóstico, a classificar o elemento dentário quanto à quantidade de tecido ósseo nas superfícies vestibular e lingual do mesmo, além de proporcionar uma melhor e dinâmica comunicação entre os profissionais de áreas afins. É didática e visualmente rápida permitindo classificar as condições de risco do elemento dental em nove tipos distintos.

A condição de inserção óssea alveolar foi classificada, por meio de Tomografias Computadorizadas de Feixe Cônico, de acordo com a presença ou ausência de osso nos terços de avaliação do elemento dentário, na visão sagital. Na imagem tomográfica, identifica-se a junção cemento-esmalte e o ápice radicular, sendo a distância entre eles o comprimento total da raiz. Esta distância é dividida em três terços iguais, abrangendo as superfícies vestibular e lingual. Visualmente, os terços da raiz são designados nominalmente em cervical, médio e apical, e de acordo com a superfície radicular, consideraram-se as siglas V1, V2, V3, L1, L2 e L3, sendo V para a superfície vestibular, L para a lingual, e o número 1 para a região cervical, 2 para a média e 3 para a região apical.

 
Classificação
V1L1: tecido ósseo no terço cervical vestibular e lingual.
V1L2: tecido ósseo no terço cervical vestibular e no terço médio lingual.
V1L3: tecido ósseo no terço cervical vestibular e no terço apical lingual.
V2L1: tecido ósseo no terço médio vestibular e no terço cervical lingual.
V2L2: tecido ósseo no terço médio vestibular e lingual.
V2L3: tecido ósseo no terço médio vestibular e no terço apical lingual.
V3L1: tecido ósseo no terço apical vestibular e no terço cervical lingual.
V3L2: tecido ósseo no terço apical vestibular e no terço médio lingual.
V3L3: tecido ósseo no terço apical vestibular e lingual.
 
A classificação é precedida pelo número correspondente ao dente, como por exemplo: 23V3L2, referindo-se ao elemento dentário 23, com tecido ósseo no terço apical vestibular e no terço médio lingual. Após a classificação do dente em questão, os autores sugerem mensurar em milímetros (mm) a quantidade de tecido ósseo em cada terço. Desta forma, as siglas de análise podem ser complementadas por valores numéricos, como por exemplo: V3=0,72mm e L2=5,56mm.
 
As mesmas considerações podem ser aplicadas para a superfície mesial, representada pela letra M e superfície distal, representada pela letra D.
 
Referência
Nahás-Scocate ACR, Scocate MC. Risco perio-ortodôntico – uma sugestão de classificação para diferentes condições de inserção óssea alveolar.


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